Paróquia São Tiago Maior

História da diocese de São Salvador da Bahia

Oficialmente o Brasil passou a pertencer a Portugal em 21 de abril de1500, quando o rei D. Manuel se apossou destas terras, cujos donos eram os indígenas que aqui habitavam milhares de anos antes. Infelizmente, eles não sabiam escrever e, por isso, não nos deixaram recordações de seu extermínio, de sua escravidão. A história é assim mesmo: ela sempre dá razão para o mais forte, para aquele que pode explicar o que está fazendo.

A 1o de maio de 1500, Frei Henrique de Coimbra celebrou no Brasil a Primeira Missa e plantou o Cruzeiro. Chegava a estas terras o Sinal da Salvação, o sinal do crucificado-ressuscitado; lançava-se, aqui, pela primeira vez, a mensagem de um Deus que é Pai de todos, sem distinção de raça, cor, sexo, status. Iniciava-se a missão cristã em terras brasileiras.

As missões e a organização da Igreja ficavam a cargo do rei de Portugal. E isso até a independência, em 1822, quando a autoridade religiosa foi transferida para o Imperador do Brasil, até a Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889. O rei mandava em tudo: escolhia os bispos (que depois o Papa aprovava automaticamente), criava dioceses, nomeava vigários, construía igrejas, seminários, nomeava os professores dos seminaristas, pagava os padres, controlava os missionários, e tudo o mais.

Quem recolhia o Dízimo (imposto religioso) era o rei, e dele fazia o que bem entendia, dando parte muito pequena para a Igreja. Exercia como que a função de “Papa” entre nós. Nenhum documento do Papa entrava ou era publicado e obedecido no Brasil sem aprovação do rei. Ou do Imperador, de 1822 até 1889. Quer dizer que, efetivamente, o Papa tem autoridade real aqui há pouco mais de 100 anos…

Como isto foi possível? Havia em Portugal uma Ordem religiosa chamada “Ordem de Cristo” (constituída com os espólios da Ordem dos Templários). Fora aprovada pelo Papa João XXII em 1319. Com o tempo, o rei de Portugal tornou-se seu Grão-Mestre, dispondo de seus membros e de seus bens. Em 1454, o rei Dom Afonso entregou a essa Ordem a jurisdição espiritual nas terras que Portugal conquistara ou conquistasse. Este tipo de jurisdição chama-se “Padroado”. Em poucas palavras: a Ordem de Cristo era responsável pela vida religiosa das terras pertencentes a Portugal. Sendo o rei seu Grão-Mestre, será ele o “Papa”, se assim se pode dizer, da Igreja nas terras de seus domínios.

Quando o Brasil foi conquistado, ficou sob o governo da Vigararia de Tomar, Sede da Ordem de Cristo, até 1514. Depois, o Brasil foi sujeito à Diocese de Funchal, na Ilha da Madeira, até 1536, retornando ao Governo da Vigararia de Tomar, até 1551.

O rei de Portugal, muito esperto, conseguiu suprimir essa Vigararia, em 1551, incorporando a Ordem de Cristo à Coroa Portuguesa e, oficialmente, a 30 de dezembro de 1551, o Papa Júlio III entregava à Ordem de Cristo – o que significa, ao rei de Portugal – todas as terras portuguesas. Um pouco antes, o rei Dom João III tinha solicitado ao Papa a criação de uma Diocese em terras brasileiras. O pedido do rei foi aceito pelo Papa Júlio III, que criou a primeira diocese brasileira, com um território que compreendia todo o país em 1551.

A Arquidiocese de São Salvador da Bahia foi criada pela Bula Pontíficia “Super Specula Militantis Ecclesiae” a 25 de fevereiro de 1551 e foi elevada a Arquidiocese metropolitana a 16 de novembro de 1676 pela Bula “Inter Pastoralis Officii Curas” do Papa Inocêncio XI.

Plano de Pastoral da diocese de São Salvador da Bahia 2015-2019

O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos (Mt 23,28).

Texto aprovado na Assembleia Arquidiocesana de Pastoral de 21 de novembro de 2015.

A PALAVRA DO ARCEBISPO

Quem não sabe aonde quer chegar, não chega a lugar nenhum, ensina a milenar sabedoria chinesa. Nós, da Arquidiocese de São Salvador da Bahia, temos, como qualquer Igreja Particular, um grande leque de responsabilidades. Somos chamados a pregar a Palavra de Deus, a unir o povo em torno de Jesus Cristo e a apresentá-lo, por Cristo, no Espírito Santo, ao Pai.

Como, no meio das inúmeras atividades, não perder o foco? Como dar uma resposta adequada aos desafios a serem enfrentados? Este Plano de Pastoral quer chamar a atenção de todos os agentes de pastoral para algumas necessidades especiais. Por serem especiais, merecem uma atenção particular.

De propósito, é um Plano muito simples um Plano que pode e deve ser estudado e revisto a todo momento. Para a sua execução, todos são convocados inclusive, você!

Enfim, irmãos, alegrai-vos, trabalhai no vosso aperfeiçoamento, encorajai-vos, tende um mesmo sentir e pensar, vivei em paz, e o Deus do amor e da paz estará convosco. […] A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espírito Santo estejam com todos vós (2Cor 13,11.13).

Dom Murilo S.R. Krieger, scj Arcebispo de São Salvador da Bahia

OBJETIVO GERAL

EVANGELIZAR, a partir de Jesus Cristo, na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida, rumo ao Reino definitivo (CNBB DGAE ).

APRESENTAÇÃO

A Arquidiocese de São Salvador da Bahia elaborou o Plano de Pastoral da Arquidiocese à luz das Diretrizes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e das orientações da CNBB – Regional Nordeste 3. Moveunos a certeza de que Planejar a pastoral não é um processo meramente técnico. É uma ação carregada de sentido espiritual. Por isto, todo processo precisa ser rezado, celebrado e transformado em louvor a Deus (DGAE, n. 140).

Temos consciência de que a paróquia deve ser pensada e deve atuar de acordo com o modelo de Igreja apresentada pelo Concílio Vaticano II: uma Igreja comunhão de vocações e carismas, a serviço da missão de evangelização e de transformação do mundo. Somos convidados, como Igreja Peregrina, a viver com novo ardor missionário, animados pelo Ano Santo da Misericórdia ( a ), empenhando-nos na luta pela renovação pastoral das nossas comunidades, superando toda estrutura caduca.

PRIORIDADES PASTORAIS ARQUIDIOCESANAS A PARTIR DAS CINCO URGÊNCIAS:

A) Igreja em estado permanente de missão: Desenvolver ações diferenciadas, que possam atingir os fiéis que frequentam regularmente nossas comunidades, as pessoas batizadas que delas não participam, aqueles que são indiferentes, os grupos humanos e as categoriais que mais necessitam de apoio, particularmente, a Juventude e a Família; Realizar missões populares (COMIDI e COMIPA).

B) Igreja: casa de iniciação à vida cristã: Desenvolver a Catequese segundo o processo de Iniciação à Vida Cristã, tendo o seu conteúdo inspirado numa relação estreita entre a Palavra de Deus e a Catequese, entre a Catequese e a Liturgia. Formar leigos discípulos(as) missionários(as). Elaborar um roteiro de processo formativo baseado em cinco aspectos: encontro com Jesus Cristo, conversão, discipulado, comunhão e missão, para ser desenvolvido nas paróquias, tendo orientações para as etapas desenvolvidas em nível de Forania e de Arquidiocese. 6

C) Igreja: lugar de animação bíblica da vida e da pastoral: Desenvolver um processo de formação de minis- tros e ministras da Palavra (Leitores), dando ênfase à realização de encontros de formação sobre a leitura orante da Palavra de Deus (Lectio Divina). Formar equipes de animação bíblica e definir suas atribuições.

D) Igreja: comunidade de comunidades: Continuar o processo de descentralização das paróquias em unidades menores e valorização das diversas formas de pequenas comunidades, particularmente os grupos bíblicos. Desenvolver ações pastorais e evangelizadoras que atuem em conjunto, em vista do fortalecimento de ações, para atingir um maior número de pessoas.

E) Igreja a serviço da vida plena para todos: Dar uma atenção especial à família. Formar pessoas e comunidades à luz da Doutrina Social da Igreja, em vista da presença e da atuação da Igreja nas periferias geográficas e existenciais, bem como na defesa da mulher, das pessoas com deficiência e dos idosos. 7

CONCLUSÕES

Para o bom funcionamento do plano pastoral são necessários evangelizadores que se abram sem medo à ação do Espírito Santo, que anunciem a Boa-Nova com uma vida transfigurada pela presença de Deus e que rezem e trabalhem (cf. DGAP, 128).

É necessário suscitar, em toda Arquidiocese, uma forte consciência missionária, para que todos tomem iniciativas e saiam ao encontro das pessoas e das famílias (cf. Mc 16,15);

Confiamos à Nossa Senhora da Conceição da Praia todo esforço que for feito para a execução do Plano de Pastoral Pedimos que ela apresente a seu Filho Jesus os frutos que, por graça divina, nascerem dessa execução.

Relatório Geral 2016-2019

1. HISTÓRICO

Em 1984, a comunidade de S. Francisco de Assis na Fazenda Grande l, foi fundada com a colabo- ração das Religiosas Ursulinas. A comunidade S. Francisco de Assis fazia então parte da paróquia Santíssima Virgem. No dia 1 de abril de 1990, a paróquia Sta. Mônica foi criada e seu primeiro pároco foi o Pe. Alois Hartman. O decreto de criação da nova paróquia Sta. Mônica foi lido na capela de S. Francisco de Assis. O Pe. Alois Hartmann deixou um projeto de desmembramento da Paróquia Sta. Mônica em 5 paróquias:

1. S. Mateus (Cajazeiras XI);
2. S. Tiago Maior (Boca da Mata);
3. S. Paulo Missionário (Fazenda Grande II);
4. S. Marcos (Fazenda Grande III); e
5. Sta. Mônica (Cajazeiras X).
De fato foram criadas as seguintes paróquias: S. Paulo Missionário, S. Marcos. Pois em 2017 foram criadas a Diaconia de S. Mateus e a paróquia S. Tiago Maior. A criação da paróquia S. Tia- go Maior seguiu o processo normal de criação de uma paróquia. No dia 2 de abril de 2016, Dom Estevam dos Santos Silva Filho, bispo auxiliar de São Salvador da Bahia celebrou a missa de iní- cio dos trabalhos para a criação da paróquia S. Tiago Maior na capela São Tiago Maior. No dia 10 de dezembro de 2016 foi criada e instalada a quase-paróquia S. Tiago Maior por Dom Murilo Krieger, arcebispo de São Salvador da Bahia. E no dia 10 de dezembro de 2017 foi criada e insta- lada a paróquia São Tiago Maior por Dom Estevam dos Santos Silva Filho.

2. LOCALIZAÇÃO – LIMITES

A paróquia fica no bairro de Cajazeiras, sub-bairro Boca da Mata (de Cajazeiras) na periferia da cidade de Salvador, BA, entre a Via Coletora B (ou Rua Vereador Zézeu Ribeiro ou Estrado do sí- tio novo) e a Avenida Assis Valente. Inicia-se na rua (H da Fazenda Grande I) da escola estadual Luis José de Oliveira prossegue até o condomínio Assis Valente. Prolonga-se na Via Assis Valente até a pedra de xangó ou Rua Santa Engrácia. Observa-se que os limites da paróquia podem ser revistos para incluir o loteamento Geraldo Brasil, Cassange, a estrada da barragem, a avenida Aliomar Baleeiro. Esses lugares estão poucos atendidos pastoralmente.

3. DESTAQUES

A população estimada é 15 000 habitantes. São muitas habitações em apartamentos. São habitações em “boca”, isto é, se entra e se sai pelo mesmo lugar. Tem 2 postos de saúde (Unidade de Saúde) e o Hospital Municipal de Salvador. O bairro tem as estruturas básicas: mer- cados, escolas, ônibus… A presença do HMS movimentou mais a região. Observa-se que a paróquia deveria desenvolver mais uma pastoral da saúde e dar uma assistência regular no HMS.

4. COMUNIDADES

A paróquia tem 3 comunidades: Comunidade matriz S. Tiago Maior, Comunidade São Judas Tadeu e Nossa Senhora da África e a comunidade São Francisco de Assis. A capela S. Tiago Maior foi de- dicada no dia 27 de julho de 1997. A capela de S. Francisco existe desde 1984. A comunidade S. Judas Tadeu existia na mesma época da comunidade de S. Tiago Maior. Como nenhuma comuni- dade da paróquia tinha uma santa padroeira pedimos a comunidade de escolher uma santa. N. Sra. da África, padroeira dos Missionários da África foi escolhida. Assim a comunidade passou a se chamar S. Judas Tadeu e Nossa Senhora da África. A comunidade tem um espaço celebrativo. Ela não tem ainda uma capela. Pode-se planejar a fundação de novas comunidades no loteamento Geraldo Brasil, Cassange e Aliomar Baleeiro.

Os fiéis católicos são uns 350 pessoas. Na igreja matriz cabe 200 pessoas sentadas, na S. Fran- cisco, 100 pessoas e na S. Judas cabe uns 100 pessoas mas são 50 pessoas que participam das celebrações.

5. PADROEIROS

O padroeiro da paróquia é São Tiago Maior, apóstolo (†44): 25 de Julho. No altar da Igreja Matriz se encontram as relíquias de Sta Úrsula e Companheiras, virgens e mártires (sec. IV): 21 de out- ubro; Sta Flora, virgem e mártir (sec. IX): 11 de março; e Sto Albano, mártir (sec. V): 22 de junho. Uma comunidade tem como padroeiro São Francisco de Assis (†1226), 4 de outubro. A 3a comu- nidade tem como padroeiro São Judas Tadeu, apóstolo (†70), 28 de outubro. A paróquia celebra- va também N. Sra da África, padroeiro dos Missionários da África, 30 de abril.

6. ADMINISTRAÇÃO

A administração da paróquia foi confiada a Congregação dos Missionários da África que assina- ram um contrato de 5 anos com a arquidiocese de São Salvador da Bahia (2017-2022). O Pe. Moussa Serge Traore, mafr foi o administrador da quase paróquia e também o primeiro pároco. Ele foi assistido pelos padres Raphael Muteba e Francisco Javier Ambrosio, membros da mesma congregação. Eles não foram nomeados como vigários. O Pároco estava em geral presente na paróquia de 3a-feira até 5a-feira das 15:00 até 21:00. Ele ficava (dormia) na paróquia a partir de 5a-feira a noite até domingo a tarde. O programa dele era o seguinte: De 3a-feira até 5a-fei- ra, das 15:00 até 19:00, fazia uma atendimento na matriz. 6a-feira, das 09:00 até 12:00, visita os doentes nas casas e das 15:00 até 19:00, fazia atendimento na matriz. Nos sábados ficavam na matriz. sábado a noite e domingo celebrava as missas, batizava e participava de alguns encontros.

Em geral os missionários da África não deram a devida atenção pastoral á paróquia. Os padres da congregação, incluindo o pároco, assumiram outros compromissos e projetos da congregação. Viajavam muito. A qualidade dos padres é indiscutível. Faltou uma presença pastoral regular. O povo dizia “temos muitos padres e nenhum”! O povo observou e comentou 2 outros fatores que enfraqueceram a missão dos padres da congregação dos Missionários da África: a desunião entre eles o que diz respeito as atividades missionárias pastorales, e as relações particulares exclusivas que eles mantiveram com alguns paroquianos. Observa-se que esta nova paróquia precisa de um pastor que fica regularmente com seu povo.

7. AUXILIAR ADMINISTRATIVA

A primeira auxiliar administrativa foi a irmã Guisela Tamo, do Instituto Sagrado Coração. A se- gunda foi a senhora Neildes Silva de Souza. As duas não foram das melhores. Faltaram profissio- nalismo. A entrega do cargo entre a Guisela e a Neildes não foi sucedida pois a Neildes sentia um mal-estar pensando que tomava o lugar da outra. A secretaria foi muito bagunçada. Hoje a auxiliar administrativa está mais sossegada, organizada. Ela trabalha 3a-feira, das 15:00 até 19:00. Não trabalha 4a-feira. Trabalha 5a-feira, 6a-feira et sábado das 15:00 até 19:00. Pois tra- balha domingo das 08:30 até 12:30. Deixamos os livros (livro de tombo, livro de batismo, livro de crisma, livro de casamento) atualizados. Observa-se a necessidade de muita paciência com a secretária. Ela não domina ainda muita coisa a respeito de seu trabalho como auxiliar adminis- trativa.

8. VIDA DA PARÓQUIA

A vida semanal normal da paróquia segue assim:

  • 2a-feira – 4a-feira: Reuniões de pastoral, movimentos, grupos, conselhos, comissões.
  • 5a-feira: adoração ao santíssimo em cada capela
  • 6a-feira: Círculos Bíblicos. Encontros nas casas
  • Sábado: ofício de N. Sra nas comunidades; Catequese nas comunidades, Missa dominical numacomunidade (19:00)
  • Domingo: Missa Dominical nas capelas (07:00 e 08:30), Celebração de Batismo de criança(11:00). 3o domingo = domingo missionário.

9. PROGRAMAÇÃO SEMANAL DETALHADA

A programação semanal normal da paróquia segue assim 2a-feira:
07:00: Pilastes no Centro Comunitário
19:30: Encontro da Legião de Maria, na Matriz.

3a-feira:
14:00: Projeto de artesanato, no Centro
15:00: Projeto de reforço escolar, no Centro
19:30: Encontro do Terço dos Homens, na Igreja Matriz.
19:30: Encontro dos jovens da comunidade de S. Judas Tadeu – N. Sra. da África.

4a-feira:
19:30: Reunião de Conselhos
19:30: Catequese dos adultos na Matriz

5a-feira:
15:00: Projeto de reforço escolar na Centro Comunitário
18:30: Reunião da liturgia da comunidade de S. Francisco de Assis. 19:30: Adoração ao Santíssimo nas capelas

6a-feira:
19:30: Círculos Bíblicos (Encontros nas casas)

Sábado:
07:00: Pilastes no Centro
07:00: Ofícios de Nossa Senhora, nas capelas.
09:00: Catequese nas capelas S. Francisco e S. Judas Tadeu e N. Sra. da África. 10:00: encontro de formação dos coroinhas depois da catequese.
10:00: Encontro do grupo dos jovens da Matriz.
16:00: Catequese na Matriz
19:00: Missa dominical na comunidade S. Judas Tadeu
19:30: Oração Carismática na capela de S. Francisco de Assis.

Domingo:
07:00: Missa Dominical na Igreja Matriz
08:30: Encontros de pastorais na Matriz
08:30: Missa Dominical na S. Francisco de Assis

10.PLANO PASTORAL – PRIORIDADES PASTORAIS

Seguimos o plano pastoral da arquidiocese. Em preparação para a criação da paróquia usamos a metodologia das Santas Missões Populares com a criação de setores de missão e eventos missio- nários. Uma vez a paróquia criada insistimos sobre a evangelização nas casas através dos círcu- los bíblicos, dos encontros em comunidades bíblicas. Muitos paroquianos ainda não aderiram a esta forma de evangelização preferindo “eventos”. Alegramo-nos do fato que apesar das resis- tências os encontros nas casas são uma realidade da paróquia. Está acontecendo. Insistimos so- bre o terceiro domingo missionário de visitas nas casas. Ainda muitos paroquianos não estão fa- zendo. Mas continuamos insistindo. Crianças e jovens fizeram algumas experiências de visitas e gostaram. Mas fica ainda como “momentos”. Incentivamos eles a participarem de maneira regu- lar nas visitas do 3o domingo. Privilegiamos também semanas pastorais, momentos de espiritua- lidades, formação, aprofundamento da fé: “semana social, semana da família, semana dos ca- tequistas, semana Mariana, semana missionária…” onde o protagonista é o leigo.

11.SACRAMENTOS

Em 2 anos de paróquia tivemos 47 batismos, 7 matrimônios e 31 pessoas foram crismadas. Para a primeira comunhão foi uma média de 20 pessoas cada ano.

12.PATRIMÔNIO

A paróquia tem um sítio (centro comunitário Mgr Alois Hartmann), uma Igreja Matriz e seu cen- tro comunitário, uma capela e seu centro comunitário, Uma casa (casa paroquial).

O sítio foi dedicado a Mgr Alois Hartmann e chamado “Centro Comunitário Mgr Alois Hartmann” em homenagem ao fundador da paróquia S. Tiago Maior. O objetivo é de providenciar momentos formativos. A estrutura se compõe de uma área verde, uma casa (com 1 sala, 7 quartos, 2 cozi- nhas, 1 deposito, 1 auditório), na casa com 2 andares. O Primeiro andar se compõe de 1 sala, utilizada como secretaria, 7 quartos, 1 depósito, 2 banheiros, 1 cozinha. O sítio ou Centro Co- munitário Mgr Alois Hartmann foi “uma Casa de Menor”, um projeto cuidando de crianças vulne- ráveis. Passou a ser usado pela Comunidade Kolping. Depois foi deixado aos cuidados da Comu- nidade S. Tiago Maior. Não foi bem cuidado. Foi entregue a uma comunidade nova, os Discípulos do Amor que cuidaram bem do espaço. Quando nós assumimos presenteamos a comunidade dos Discípulos do Amor com o velho carro nosso em ajuda pela manutenção que fizeram do espaço.

O terreno tem ainda algumas dificuldades de regularização (escrituras) legal.

A igreja São Tiago Maior, situada na Rua Vereador Zezeu Ribeiro, 08 tem 2 estruturas separadas. A primeira estrutura é composta do templo, uma sala em baixo do templo, um salão alugado para evento, uma sala que serve de sacristia, uma sala que serve para reunião, catequese. A segunda estrutura é feita de uma estrutura externa composta de uma cozinha, um depósito e 2 banheiros. Fizemos algumas reformas da Igreja Matriz: o sacrário, o piso, a pia batismal. Tem um projeto de reforma da igreja matriz.

A casa paroquial, situada na rua I, Fazenda Grande I tem uma sala de estar, uma sala de jantar, uma cozinha, 4 quartos, 2 banheiros, uma pequena sala que pode servir de oratório ou escritó- rio. A casa estava alugada para uma família que nunca cuidou dela. En dezembro 2017 fizemos uma visita da casa e descobrimos que estava se estragando. Rescindimos o contrato com a famí- lia. Fizemos a manutenção essencial da casa. Mas ela precisa de uma reforma maior. A regulari- zação dos documentos da casa foi concluída.

A capela de S. Francisco, situada na rua I, Fazenda Grande I tem um espaço verde e uma estru- tura única em 2 partes: O templo e o centro comunitário composto de um salão (que serve tam- bém de sacristia, sala de reunião…), 2 banheiros, Uma sala de catequese, e uma cozinha. A es- trutura é antiga. Ela é fraca. Ela foi reforçada com vigas no tempo do Pe. Alois Hartman. Lan- çamos uma campanha de reforma da capela de S. Francisco de Assis. Fizemos muitas reuniões. A comunidade ficou muito divida entre “nova capela” e “reforma da antiga”. Uma votação foi fei- ta na capela. Venceu a “reforma”. Então damos uma cara nova com uma pintura geral do pré- dio.

O espaço da comunidade de S. Judas Tadeu e N. Sra da África. Invadimos o espaço. Colocamos uma estrutura leve para as celebrações (um toldo). Não fizemos uma construção de pedras que pode ser sujeito a denúncias pois não temos nenhum documento legal de uso do terreno. Fize- mos um pedido de comodato á Urbis que foi concedido. Estamos a espera do documento. Está ainda em andamento na Urbis.

A única estrutura de pedra construída

Deixávamos os objetos litúrgicos da comunidade na casa da vizinha que é também uma Ministra da Eucaristia. Infelizmente o espaço da casa dela que usamos foi alugado para abrigar alguns idosos. A comunidade estava então na necessidade de um espaço para guardar seus objetos. Um pequeno grupo da comunidade tomou a iniciativa de construir uma estrutura de pedra. Lamen- tamos o fato que a construção desta estrutura não foi a decisão do conselho de comunidade. A construção foi feita sem a prévia acordo do pároco. Fomos somente avisado da sua construção. Podíamos considerar uma estrutura mais leve e segura. Não concordamos com a construção de uma estrutura fixa de pedra num espaço ainda sem documentos legais. Em adição o mais impor- tante é um projeto de construção de uma capela. É um gasto que a paróquia não tem condição de arcar pois está empenhada com a reforma da casa paroquial. O grupo da comunidade que decidiu isto colocou o pároco numa situação bem desagradável e fez uma dívida para a paróquia na casa de construção Torres.

13. AS PASTORAIS

A paróquia tem 9 pastorais funcionando: Catequese, Liturgia, Dízimo, Coroinhas, Social, Acolhi- mento, Família, Comunicação, Juventude.

A Pastoral Afro foi iniciada com a Santa Missa no dia da Consciência Negra. A pastoral vocacional também foi iniciada este ano. Ela organizou uma feira vocacional com a participação de religio- sas. A paróquia tem um jovem vocacionado para o seminário diocesano. 2 jovens estão fazendo um caminho vocacional numa comunidade nova.

Em geral não acompanhamos “diretamente” as pastorais. Encontramo-nos com a liderança das pastorais de vez em quando. Insistimos sobre a liderança leiga. Preocupamos com a capacitação dos leigos. Infelizmente algumas (quase todas) dessas pastorais queriam a presença do pároco e entraram numa “depressão” ou “paralisia” por causa da ausência do padre no meio deles, pois para eles a coisa funciona só com a presença do padre. Lamentamos este espírito.

Uma atenção especial deverá ser dada ao Setor Juvenil que se desarticulou. Falta um líder ca- paz de unir, reunir os jovens dispersos. Iniciamos uma semana da juventude que se encerra com um show de evangelização. Infelizmente a organização desse evento foi confiada um grupo de jovem cada ano. Não deu certo. Tudo se esfriou. O grupo de jovem de S. Francisco desapareceu. Só resta 2 grupos de jovens. Outros jovens não se identificam com os grupos existentes. A orga- nização de acampamento de jovens dividiu a juventude. O evento foi organizado pelo Pe. Fran- cisco Javier com uma comissão particular diferente da coordenação do setor juvenil. Para unir mais a juventude foi decido que os próximos acampamentos fossem organizados pela coordena- ção do Setor Juvenil. Infelizmente não aconteceu. O Pe. Francisco Javier deixou a assessoria da juventude para o Pe. Raphael Muteba. Infelizmente ele não pôde dar a devida assistência pasto- ral de maneira contínua.

Muitas pastorais faltam criatividade. A pastoral da comunicação fica somente tirando fotos, fa- zendo cartaz e postando no Facebook. A pastoral do dízimo arrecada o dízimo mas não faz ne- nhuma motivação.

A pastoral familiar se desarticulou. Mais o pároco nas missas incentivou muito os casais que con- vivem ao casamento religioso. Achamos importante promover o casamento, o matrimônio. Assim graças ao nosso incentivo 6 casais que conviviam ou era casados no civil celebraram o casamen- to religioso.

A pastoral social está em desenvolvimento com muitos projetos. Está dando certo. O novo páro- co tem que cuidar desta planta que está crescendo e que tem mulheres de valor e muito dedi- cadas.

A pastoral dos coroinhas funciona bem. Os 3 mais velhos foram investidos como cerimoniários. Uma mãe foi coordenadora dos coroinhas até agora. Colocamos uma equipe de coordenação fei- ta pelos 3 cerimoniários e uma mãe. Deixamos uma organização com um coordenador, um vice- coordenador e um secretário-tesoureiro. Os cerimoniários fazem a formação dos coroinhas em cada comunidade logo depois do encontro de catequese aproveitando da catequese para incen- tivar os catequizandos ao serviço do altar. No primeiro domingo do mês os coroinhas se encon- tram para planejar o mês.

A pastoral do batismo encarregada da preparação dos pais e padrinhos foi integrada a pastoral da catequese como Comissão Bíblico-Catequética. Sob a liderança da senhora Gloria Maria a pastoral fez um bom trabalho.

14.OS MOVIMENTOS:
A paróquia tem 4 movimentos: Movimento Mãe Rainha, Renovação Carismática, Terço dos Home- ns, Legião de Maria. Os movimentos estão caminhando. Não têm muitos membros. O número dos membros do Terço dos Homens cresceu. Muitos homens que frequentam a igreja podem ser atraídos. A paróquia não é carismática nem devocional. Temos um pequeno grupo da renovação carismática que não consegue ainda atrair muita gente. 2 dos padres missionários da África são de tendência carismática e atuam no quadro da comunidade Shalom mas não conseguiram dar assistência ao grupo da renovação carismática da paróquia. Os missionários da África tem uma devoção á nossa Senhora. Mas não conseguiram desenvolver esta devoção na paróquia. Criou-se uma tensão com o grupo da Legião de Maria da paróquia. Quando assumimos a paróquia e o sítio propomos ao grupo da legião de Maria de se encontrar numa sala do centro comunitário. A coor- denadora acolhe isto como um afastamento do grupo pois o grupo se encontrava numa sala per- to da igreja matriz. Gerou uma tensão e tivemos a fama que se espalhou de “rejeitar a Legião de Maria”. Conversamos com a Legião de Maria sobre o assunto. Essas pequenas tensões dificul- taram muito o desenvolvimento dos movimentos. A paróquia não tem um movimento que con- segue reunir, atrair muita gente.

15.OS MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA SAGRADA COMUNHÃO:

A paróquia tem 10 ministras. 9 estão ativos. Uma ministra tem mais de 80 anos mas continua servindo. Uma outra se afastou. Uma Ministra é apresentada como problemática na comunidade dela. Ela é uma leiga celibatária. Tem uma grande experiência missionária na paróquia. Foi a secretária particular do Pe. Alois Hartman. Assumiu muitas responsabilidades na paróquia. Al- gumas pessoas pensam que ela é uma das pessoas que “roubaram” o Pe. Alois Hartman. Esta ministra não fica permanente na comunidade. Ela se ausenta de vez em quanto. Um membro da comunidade dela pediu seu afastamento do ministério de Ministra por difamação da pessoa dele. Depois de consultar as respetivas pessoas não achamos o motivo válido para afastar a min- istra pois trata-se de um problema pessoal entre 2 fieis. Pedimos ao fiel que se queixa dela de fazer um abaixo-assinado dos membros da comunidade para considerar a destituição dela do ministério. Considerando o número de pessoas que apreciam a dita Ministra duvidamos do fiel conseguir muitas assinaturas. Normalmente os ministros se encontram uma vez por mês. Confi- amos o acompanhamento dos ministros ao Diácono Edmilson Santana, da paróquia Sta Mônica. Ele fez um encontro de formação com elas. Mas o grupo não continuou os encontros. De fato não tem necessidade do grupo se encontrar todo mês. O grupo organizou um retiro de um dia em Alagoinhas. Todos gostaram dessa iniciativa e pediram que continuasse.

16.OS MINISTÉRIOS DE MÚSICA OU GRUPO DE CANTOS:

A paróquia tem 9 grupos de canto. Uma atenção especial pode ser dada ao grupo de canto dos jovens, Grupo de música São Miguel Arcanjo (de Jovens), e o Grupo Sal da Terra e Luz do Mundo (crianças da catequese). São novos grupos. Incentivamos a criação desses grupos para valorizar os talentos de crianças e jovens. São lugares onde eles podem desenvolver os talentos deles. Para as festas paroquianas incentivamos os ministérios a se juntarem mais não deu muito certo. O costume é de confiar a um grupo a animação da missa. Considerando o número de pessoas que querem cantar, tocar, organizamos curso de violão, curso de cantos… sem muito sucesso.

17. OS CONSELHOS

O CPP se reuni uma vez cada 3 meses. O CPAE (Conselho Pastoral de Atividades Econômicas) não se reuniu. O COMIPA se reuniu de vez enquanto mais não teve um encontro regular fixo. Os Con- selhos Pastoral de Comunidade se reuniram regularmente cada mês. Os dias de encontros são os seguintes:

Primeira 4a-feira: reunião do CPC da Matriz (for causa do trabalho da coordenador o dia da reunião foi mudado para a segunda 2a-feira do mês)

Segunda 4a-feira: reunião do CPC da S. Francisco

Terceira 4a-feira: reunião do CPC da S. Judas Tadeu

Quarta 4a-feira: reunião do CPP, CPAE, COMIPA (alternativamente)

Tivemos muitas dificuldades em escolher os membros dos CPC e particularmente os coorde- nadores de comunidade. Ninguém quis assumir. Mas observamos que nas comunidades onde ninguém quis assumir a coordenação tem sempre um pequeno grupo de 2 ou 3 pessoas que “mandam” por atrás.

18.AS COMISSÕESA paróquia tem 2 comissões: A Comissão do forró que organiza o forró paroquial em junho e a Comissão da festa das crianças que organiza o dia das crianças (12 de outubro).

19.PROJETOS

A paróquia iniciou alguns projetos:

  • o projeto de Formação e Capacitação dos leigos acontecia cada segundo domingo do mês. Esfriou por causa de muitos atividades e momentos de formação durante alguns meses. Não achamos necessário acrescentar mais um momento de formação.
  • o Projeto de Pre-vestibular, uma iniciativa do setor juvenil foi realizado um vez só. Não foi levado para frente.
  • O projeto de Acampamento é uma a iniciativa louvável mas os jovens não eram maduros bastante para o acampamento. Precisava de mais preparação humana e espiritual. O Acampamento foi organizado uma vez só e foi fonte de muita tensão entre os jovens.
  • o Projeto Esportivo organizou um campeonato com a juventude e infelizmente não foi para frente.
  • O Projeto de Dança empolgou os jovens, mais tensões entre eles acabaram com a iniciativa. 
  • Por enquanto os únicos projetos que continuam e estão dando certo são aqueles articulados pela pastoral social: 
    • O projeto de Pilastes,
    • o projeto de artesanato,
    • O Projeto de reforço escolar,
    • O Projeto da horta comunitária. Um órgão da prefeitura está preparando a horta. 
    • O projeto 1R$ para os pobres: Caixinhas de doação para os pobres foram colocadas nas capelas. Louvamos a generosidade do povo.

20.FINANÇAS

Tivemos dificuldades para apresentar uma prestação de contas correta. As auxiliares administrati- vas não souberam fazer uma prestação de contas e mexeram com todas as contas. Não tínhamos tempo para consertar. As notas de alguns meses não foram apresentadas por falta de organiza- ção das notas. No sistema de gestão da paróquia não consta a prestação de conta detalhada cor- reta. Têm muitas erros por isso paramos de lançar a contabilidade no sistema.

Todavia fomos fieis ao repasse mensal para a cúria. Nunca faltamos. Todas as notas foram orga- nizadas agora por mês e estão disponíveis para conferência e audit. Preparamos também uma movimentação de caixa detalhada que será disponível para consulta.

Adotamos uma paróquia de dizimistas. Uma paróquia sem eventos. De fato, o dízimo aumento particularmente o dízimo da comunidade Matriz e da comunidade S. Judas Tadeu. Em geral as receitas cobrem as despesas ordinárias como mostraremos na tabela 1. Não quisemos fazer eventos para arrecadar dinheiro. Incentivamos o dízimo. Tiramos voluntariamente as taxas de sacramentos para os dizimistas. A paróquia assumiu totalmente as despesas de encontros de formação. Nas despesas extraordinária gastamos muito dinheiro em mão de obra para reformas, consertos… Procuramos um trabalho bem feito.

Não deixamos nenhuma dívida. A única dívida é a que fez a comunidade S. Judas Tadeu na ulti- ma hora para a construção de um espaço para guardar o material. Gastamos nesta comunidade uns 30 000 reais sem fazer um evento. Decidimos esta vez de deixar a comunidade arcar as des- pesas desta construção.

Desejamos que tudo seja zerado no sistema de gestão da paróquia para que o novo pároco possa iniciar a gestão dele sem acumulo de erros.

A prestação pode conter erros. Estaremos ainda no Brasil por alguns meses para responder a al- gumas dúvidas ou concertar os erros.

Tabela 1: ORÇAMENTO ORDINÁRIO MENSAL (3 COMUNIDADES JUNTAS + CENTRO COMUNITÁ- RIO + CASA PAROQUIAL)

RECEITAS8480
Dízimo6000
Coletas1500
Intenções de Missa60
Taxa de Batismo120
Taxa de Casamento300
Aluguel (salão, centro comunitário)500
DESPESAS7411.37
Salário do Pároco2994
Salário da Auxiliar Administrativa737.67
Material de escritório (papel, tinta, envelopes…)50
Repasse para a Cúria (10% receitas)848
Serviço de Contabilidade376.50
Serviço de Gestão da Paróquia132.20
Telefone + Internet121
Transporte (Padre, diarista, taxistas para compras…)100
Ornamentação do Templo (Flores, velas)250
Limpeza (capelas, centro, casa paroquial)600
Material de limpeza100
Hóstia + Vinho100
Manutenção (copos descartáveis, consertos diversos…)100
Gas70
Água (embasa)300
Água Mineral32
Luz500
SALDO MENSAL1068.63

Tabela 2: CONTAS NORMAIS (24 MESES)

RECEITAS185836
Dízimo138396
Coletas38400
Intenções de Missa360
Taxa de Batismo1840
Taxa de Casamento1800
Aluguel (salão, centro comunitário)5040
DESPESAS167265.75
Salário do Pároco70140
Salário da Auxiliar Administrativa15491.07
Material de escritório (papel, tinta, envelopes…)1200
Repasse para a Cúria (10% receitas)18583
Serviço de Contabilidade9036
Serviço de Gestão da Paróquia2420
Telefone + Internet2172
Transporte (Padre, diarista, taxistas para compras…)1920
Ornamentação do Templo (Flores, velas)4320
Limpeza (capelas, centro, casa paroquial)16000
Material de limpeza2200
Hóstia + Vinho800
Manutenção (copos descartáveis, consertos diversos…)2370
Gas560
Água (embasa)7008
Água Mineral768
Luz12277.68
SALDO18570.25

Tabela 3. CONTAS EXTRAORDINÁRIAS

RECEITAS EXTRAORDINÁRIAS94743
Saldo recebido da paróquia Sta Monica25000
Eventos (Forró, caruru, as receitas do forró 2019 foram entregues totalmente á comunidade S. Francisco)5564
Saldo da paróquia18570.25
Doação (Missionários da África, Pe. Moussa Serge, paroquianos)45608.75
DESPESAS EXTRAORDINÁRIAS94743
Rescisão da auxiliar administrativa e admissão da nova1643
Reforma de S. Judas Tadeu (toldo, arrumação do espaço, reforma do espaço, microfones, mesa de som)30000
Reforma da Matriz (mesa de som, microfones, sistema de som, sacrário, pia, piso, credência, pintura para letreiros, letreiros…)17000
Reforma de S. Francisco (Letreiros, cruz do altar, microfones…)1800
Objetos litúrgicos e imagens sagradas8000
Reforma e equipamento do Centro Comunitário (mesas, cadeiras, bebedouro, concertos, colchonetes)9000
Eventos – formação (Caminhadas, transportes para eventos, projeto de formação, festivais, show de evangelização, retiro, vigília, divulgação- cartazes, banners, calendário, festa…)10000
Reforma da Casa Paroquial (escrituras, conserto, equipamento…)12000
Multa por evento (2016) e danos de carro (2018)2300
Equipamento (pequena caixa de som, câmera…)3000
SALDO EXTRAORDINÁRIO0

Tabela 4. DOAÇÕES EXTRAORDINÁRIAS FÍSICAS

ITEMDOADORVALOR
Computador da secretariaMissionários da África1000
Impressora da secretariaMissionários da África800
Projetor + TelaMissionários da África1000
Computador de escritórioMissionários da África800
Caixa de somMissionários da África800
Celular para a secretáriaMissionários da África300
MóveisCremeb3000
TOTAL7700

Tabela 5. Contas para reformas

S. Judas TadeuAs doações foram usadas para as reformas
S. Francisco de Assis (o dinheiro está com o tesoureiro)uns 12000
S. Tiago0
Casa Paroquial0
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